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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Exercicio diminui o risco de novas arritmias




  Muitos pacientes diminuem sua atividade diária, prática de exercícios físicos, inclusive sexual, após a colocação de marcapassos ou desfibriladores cardíacos. As causas mais frequentes são falta de informações, ansiedade e medo de que as atividades possam gastar mais as baterias ou provocar descargas do aparelho.    Diversos estudos médicos já mostraram que estas limitações não aumentam o funcionamento do aparelho além de diminuirem muito a qualidade de vida dos pacientes e familiares.   Sabe-se que a prática de exercícios aeróbicos moderados pode melhorar a saúde cardiovascular em pacientes que receberam um cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) sem aumentar o número de choques.   Em março de 2015 foi publicado em importante revista médica um estudo que demostrou que a prática regular de atividade física (ao menos duas horas e meia por semana) não tem relação com o eventual aumento do número de choques. Mais importante ainda foi a demonstração da melhora da capacidade física daqueles que praticam exercícios. Estes exercícios podem ser apenas uma caminhada em passo moderado, divididos em pelo menos 3 sessões por semana, seguidos de alongamentos.  Estes achados sugerem que a prática de atividade física é segura, levando a melhora na qualidade de vida nos portadores de desfibriladores.  Os resultados não são surpreendentes mas confirmam a importância da realização de atividade física regular mesmo para aqueles que acreditam que ela pode ser perigosa.   É sempre bom lembrar que o médico deve ser consultado antes de iniciar a atividade em todo o paciente com doença cardíaca.



Um comentário:

  1. Olá! Meu irmão fez uma cirurgia cardíaca de ressecção da membrana subaortica há 8 dias (06/04/15). No entanto, ele precisará de um marcapasso, que deverá ser implantado amanha (14/04/15). Esse implante constata que a cirurgia, na verdade, não foi um sucesso como afirmam os médicos? Ele tem 31 anos, e convive com essa doença desde a infância, e só agora se submeteu a cirurgia. Ele sempre gostou de andar de bicicleta, no entanto, de uns tempos pra cá, suspendeu essa atividade. Gostaria de saber se ele continuará com as mesmas limitações anteriores à cirurgia ou poderá ter uma vida normal. Por favor! Estou ansiando por esclarecimentos!

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