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Exercicio diminui o risco de novas arritmias

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Muitos pacientes diminuem sua atividade diária, prática de exercícios físicos, inclusive sexual, após a colocação de marcapassos ou desfibriladores cardíacos. As causas mais frequentes são falta de informações, ansiedade e medo de que as atividades possam gastar mais as baterias ou provocar descargas do aparelho.    Diversos estudos médicos já mostraram que estas limitações não aumentam o funcionamento do aparelho além de diminuirem muito a qualidade de vida dos pacientes e familiares.   Sabe-se que a prática de exercícios aeróbicos moderados pode melhorar a saúde cardiovascular em pacientes que receberam um cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) sem aumentar o número de choques.   Em março de 2015 foi publicado em importante revista médica um estudo que demostrou que a prática regular de atividade física (ao menos duas horas e meia por semana) não tem relação com o eventual aumento do número de choques. Mais importante ainda foi a demonstração da melhora da capacidade física da…