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As informações, sugestões e tratamentos citados neste blog e em seus links tem caráter apenas informativo, nunca substituindo a opinião ou conselho de seu médico.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Envelhecimento e arritmias



 A arritmia que mais causa sintomas é a fibrilação atrial. Em pessoas com mais de setenta anos ainda não sabemos muito sobre qual seu melhor tratamento, como usar anticoagulantes e mesmo como prevenir complicações severas como o derrame cerebral (AVC).
 Os médicos podem optar por dois tipos de tratamento: tentar fazer o coração bater de maneira normal (ritmo sinusal) com uso de medicações ou choques, ou de manter a fibrilação atrial controlada. As duas opções são válidas e devem ser selecionadas a partir das características de cada paciente, presença de outras doenças, uso de medicações, etc. Tradicionalmente, talvez até por falta de recursos técnicos suficientes, os médicos procuravam controlar a arritmia.
 Em recente estudo publicado os pesquisadores avaliaram de maneira consistente e continuada mais de 4 mil portadores de fibrilação atrial. O resultado foi que o controle da arritmia diminui a mortalidade assim como levou a menos internações hospitalares. 
 Podemos interpretar estas informações de várias maneiras, talvez a mais importante seja: nem sempre o melhor tratamento é o mais atual. Como dizia Hipócrates 400 anos AC: Primium non nocere. 
 O renomado Prof de Bioética José Roberto Goldin foi quem melhor traduziu está frase que todo médico brasileiro recita quando forma-se: 
"Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou não prejudique o paciente".

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