I M P O R T A N T E

As informações, sugestões e tratamentos citados neste blog e em seus links tem caráter apenas informativo, nunca substituindo a opinião ou conselho de seu médico.

domingo, 26 de junho de 2011

Doença do pânico e o coração




  Uma sensação de desespero quando a pessoa sente tontura, falta de ar, aceleração do coração, palpítações, dor no peito, medo e suor frio – entre vários outros sintomas. Essas sensações quando frequentes podem ser causadas por uma doença chamada de síndrome do pânico.
  Estas crises ocorrem mais em mulheres e podem durar até meia hora (usualmente 5 a 10 minutos). O humor nesse período parece uma montanha-russa: picos de ansiedade, pressão e respiração provocam exaustão e sonolência, como se fosse o fim de uma guerra. As crises também podem incluir fraqueza, desorientação e perda de memória.  Nesse momento, respirar devagar pode ajudar, principalmente com a ajuda de um saquinho de papel.
  Essa mudança brusca e completa do metabolismo, em que a vítima demonstra uma reação desproporcional – como se estivesse diante de uma ameaça real pode causar um aumento da pressão arterial, da freqüência cardíaca, de arritmias onde que a pessoa muitas vezes acha que está tendo um infarto e vai morrer. 
  Por que acontecem as crises de pânico? Talvez uma das funções mais primitivas de nosso cérebro é enviar sinais ao nosso corpo tais como acelerar o coração quando precisa correr, respirar fundo para oxigenar mais o sangue, ou mesmo ter dor quando se machuca. 
  Em algumas pessoas estes alarmes podem estar desregulados e, em situações completamente inapropriadas, eles disparam. Pode ser na fila do banco, no cinema, após preocupações ou mesmo em (aparente) repouso.
  É importante destacar que todos nós podemos ter reações semelhantes semelhantes a estas crises. A repetição ou o surgimento em momentos inadequados caracterizam a doença.
  Antes de procurar auxílio procure prestar atenção em seus sintomas: quando surgem, quanto tempo duram, o que desencadeia, etc.
  Lembre-se sempre que o medo, a ansiedade são respostas naturais de nosso organismo porem, se estas sensações estiverem atrapalhando a sua vida procure atendimento especializado.



domingo, 12 de junho de 2011

Como você descreve suas palpitações?

  


   Cada um de nós sente de um modo diferente seu coração quando ele bate fora do normal. Apesar de que a maioria das pessoas não sentem nada quando o coração bate, para algumas é uma sensação muito, extremamente desagradável.
   Batedeira no peito, pontada, falhadinha, sentir que o coração vai parar, enfim são dezenas de maneiras que as pessoas utilização para descrever a sensação de palpitações.
  E você, sente o coração bater? 
  Com voce descreve esta desagradável sensação?

domingo, 5 de junho de 2011

Desmaios: o que fazer?


  Uma das mais freqüentes causas de atendimento em salas de emergência é o desmaio de causa não acidental. Sempre assustador e sempre envergonhando, o desmaio, também chamado de síncope, não deve ser causa de pânico. Uma em cada cinco pessoas desmaia pelo menos uma vez na vida. Muitas podem ser as causas  e nem sempre é possível descobrir a causa da perda dos sentidos. Muitos acreditam  que um problema neurológico (do cérebro) pode ser a causa da síncope, mas isto não é frequente. O avanço da medicina moderna permite que o médico consiga descobrir o diagnóstico e orientar o tratamento de um número cada vez maior de doenças.
  Mais de uma centena de doenças pode levar ao surgimento de síncope mas, na grande maioria das vezes a origem é do coração ou do sistema circulatório. 
  Em situações normais, quando uma pessoa está de pé ou sentada, os músculos das pernas se contraem, fazendo com que o sangue que está nas veias seja impulsionado para dentro do coração e daí bombeado para o restante do organismo.
  Algumas pessoas esta resposta pode ser alterada, tanto pelo surgimento de pressão baixa e/ou batimentos mais lentos (bradicardia). Esta alteração provoca a diminuição da quantidade de sangue que chega ao cérebro.
  Inicialmente a pessoa pode sentir tonturas, suor, palpitação, náusea e caso não deite, pode perder a consciência (síncope).
  Esta situação ocorre com mais frequência após a execução de exercício intenso, calor, stress, ingesta excessiva de bebida alcoólica medo ou quando a pessoa se mantém  de pé durante muito tempo.
  Usualmente, no momento em que o paciente deita e que as pernas ficam no mesmo nível que a cabeça, o retorno da passagem de sangue pelo cérebro faz com que haja recuperação instantânea.
  Mas que fazer quando uma pessoa desmaia?

  1- Ter certeza que a pessoa está respirando e o coração batendo.Caso não tenha certeza, peça ajuda e inicie as manobras para reanimação.

  2- Se a pessoa esteja fazendo movimentos involuntários (convulsões) evitar que ela se bata ou se machuque.

  3- Mantenha o local arejado e evite aglomerações.

  4- Vire a cabeça de lado para evitar asfixia ou vômitos.

  5- Para aumentar o fluxo de sangue para o cérebro eleve as pernas, normalmente apenas esta manobra já faz com que seja recuperada a consciência.

  6- Não dê líquidos ou alimentos até haver recuperação completa.

  7- Pergunte se a pessoa tem alguma doença cardíaca ou cerebral, necessita de alguma medicação especial ou se deve avisar algum familiar ou médico.

  8- Mesmo após haver recuperação completa, auxilie a pessoa a levantar-se devagar e sentar um pouco.

  Auxilie a pessoa a procurar auxílio médico após a recuperação. Lembre-se que o seu auxílio pode ser fundamental para o bem estar e até mesmo a sobrevivência de alguem que desfalece a seu lado.

Os fabricantes de dispositivos de fitness ou qualquer dispositivo com sensores relacionados com a saúde, geralmente são cuidadosos e r...