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Mostrando postagens de Maio, 2011

Doença cardíaca tem mais risco com "barriga de cerveja"

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Mesmo se você tem peso normal, seu risco de morte é consideravelmente maior se você tiver uma “barriga de cerveja”, ou seja acúmulo de gordura na região central do corpo, de acordo com estudos realizados pela Clínica Mayo e publicados em conceituada revista médica americana. A equipe analisou informações de cinco estudos em todo o mundo, envolvendo 15.923 pacientes com doença  coronariana. Eles descobriram que indivíduos com obesidade central, apresentaram duas vezes mais probabilidade de morrer, em comparação com os outros. Um risco semelhante a fumar vinte cigarros por dia ou ter níveis altos de colesterol. Segundo os pesquisadores, a medida utilizada para estabelecer a presença de obesidade, o índice de massa corporal (IMC) não é uma boa medida da gordura corporal, pois não dá a distribuição da gordura. “O IMC é apenas uma medida de peso proporcional à altura. O que parece ser mais importante é como a gordura é distribuída no corpo. A gordura visceral produz mais mudanças nos níveis…

Yoga previne arritmias

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A yoga pode ser uma ótima maneira de se manter saudável. Pesquisas anteriores já haviam provado que ela reduz a pressão arterial alta e também os níveis de colesterol. Agora, um estudo apresentado uma conferência de cardiologia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, afirma que a prática regular da ioga pode reduzir pela metade a incidência de arritmia cardíaca, além de reduzir a depressão e a ansiedade, ao mesmo tempo em que aumenta o bem-estar social e mental.  "Ao que parece, a ioga tem um efeito significativo em ajudar a regular o ritmo cardíaco dos pacientes e melhorar a qualidade de vida em geral", disse o coordenador do estudo, Dr. Lakkireddy, professor de Medicina da Universidade de Kansas, (EUA). O estudo acompanhou 49 pacientes que sofrem de fibrilação atrial, uma alteração do ritmo cardíaco que acontece quando os sinais elétricos naturais do coração disparam de maneira desorganizada. Durante os três primeiros meses do estudo, os pacientes seguiram suas rotinas de exe…