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domingo, 9 de janeiro de 2011

Algumas arritmias cardíacas podem ter origem genética


Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que várias mudanças no DNA podem estar associadas com a condução dos impulsos elétricos que fazem o coração bater. As descobertas recentemente publicadas servirão de base para a compreensão dos ritmos cardíacos anormais.  Este estudo identificou várias regiõeso no genoma que estão associados à atividade elétrica cardíaca.A pesquisa envolveu mais de 100 cientistas no Reino Unido, Europa e EUA e foi baseado em informações genéticas de mais de 50.000 indivíduos.
Normalmente, os impulsos elétricos viajam por todo o coração para produzir um batimento cardíaco. Os médicos detectam estes sinais elétricos por intermédio de um exame chamado de eletrocardiograma. Anormalidades da condução cardíaca, podem levar a diversos tipos de arritmias, algumas graves.
Pesquisadores já sabem há algum tempo que os fatores genéticos contribuem para a atividade eléctrica do coração, incluindo a condução do sinal elétrico ao longo das câmaras cardíacas. 
Estes estudos demonstram o grande potencial da genética moderna para nos ajudar a entender melhor como o sistema elétrico do nosso coração trabalha no nível molecular, o que é importante para que possamos tratar cada vez melhor e com menos riscos as arritmias cardíacas e diminuir a morte súbita, que causa em nosso pais mais de 200 mil óbitos por ano.

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