I M P O R T A N T E

As informações, sugestões e tratamentos citados neste blog e em seus links tem caráter apenas informativo, nunca substituindo a opinião ou conselho de seu médico.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Atividade física e doença cardíaca

Nós sabemos que a melhor atitude que podemoster para a prevenção das doenças cardíacas é o controle dos chamados fatores de risco .
O combate ao sedentarismo é vital.
Sabemos que realizar atividade física por um período mínimo de 150 minutos por semana é a recomendação que todos devemos seguir. A quantidade de exerdício recomendada é "moderada": o que é isto?

Uma regra muito fácil e prática foi descrita por um pesquisador americano da Universidade de San Diego: exercício moderado é equivalente a caminhar 100 passos por minuto. 

Este número, 100 passos por minuto, é um guia útil. 
Para calcular os seus passos por minuto ande em um ritmo fácil por alguns minutos para chegar aquecido. Quando estiver pronto, inicie a contagem com a ajudada de um relógio.. Caminhe por exatamente um minuto e conte o número de passos.


Para uma estimativa mais precisa faça ao menos 3 vezes esta contagem pois pequenas diferenças podem haver devido ao piso, pessoas caminhando junto, etc.. 
Sev oce alcançar mais mais de 100 passos por minuto, ótimo. Quanto mais intensa sua atividade,  melhor para o seu coração. Se você caminhar mais lentamente que 100 passos por minuto, tente gradualmente  aumentar o ritmo. 

Tenha em mente que este valor de 100 passos por minuto é para as pessoas saudáveis, sem limitações físicas. E isso é apenas um guia, o número de passos por minuto que tenho pessoas a marca de intensidade moderada variou 92-102 passos para homens e 91-115 passos para as mulheres. 

Engajar-se em atividade de intensidade moderada para 150 minutos por semana é uma boa opção para muitas pessoas. Mas não é um limite superior, nem é bom para todos. Algumas pessoas não podem  ou não estão prontos para fazê-lo. Outros preferem a exercer de forma mais vigorosa para períodos mais curtos de tempo.Se caminhar não é sua preferência, tentar natação, hidroginástica, dança de salão, tênis, ou qualquer outra atividade que acelera a respiração e faça seu coração bater mais rápido.


fonte

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Dia do Cardiologista: Prevenção a Morte Súbita


A Sociedade Brasileira de Cardiologia, no Dia Mundial do Coração (17 de setembro), mostrará a população como prevenir a “morte súbita” decorrente do infarto, que atinge pessoas que não sabiam sobre os seus riscos ou pior, sabiam e nunca tomaram providências adequadas.

Quem explica a necessidade da campanha é o diretor da SBC/Funcor, Dikran Armaganijan. “O infarto é a primeira manifestação de que algo vai mal no sistema cardiovascular para aproximadamente 50% dos brasileiros acometidos por um ataque cardíaco”, diz o especialista, “e isso explica porque o coração ainda é o maior assassino de brasileiros, matando 315 mil pessoas a cada ano, no País”.

Os cardiologistas insistem que para reduzir a mortalidade cardíaca é preciso que as pessoas conheçam e combatam os fatores de risco, entre os quais a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e o índice inadequado de colesterol. Por isso no dia 17, a entidade promoverá no MASP, na Avenida Paulista, a tradicional aferição da pressão arterial, a dosagem de colesterol, a dosagem de monóxido de carbono e fará a medição da circunferência abdominal, pois mais de 80 cm na altura do umbigo para a mulher e mais de 90 cm para o homem são sinais de alerta de que há risco cardíaco.

O mais importante, porém, são os folhetos, a orientação nutricional e o material educativo que será distribuído e que tem efeito multiplicador, como a campanha contra o consumo excessivo de sal, que levou dezenas de restaurantes a reduzirem a quantidade que colocam nos alimentos, em benefício da saúde da população. Dikran insiste que “em relação à doença, o correto é a prevenção por ser mais barata, trazer melhores resultados evitando surpresas, inclusive a morte súbita”. Ele exemplifica com a questão da hipertensão, que pode ser controlada tanto com uma vida mais saudável como, se for necessário, com medicação muito barata e que pode ser conseguida até de graça nos postos de saúde. “A prevenção e o tratamento evitam o infarto e a morte súbita, reduzem a necessidade de hospitalização e beneficiam toda a sociedade”, diz ele, “e ganha também o próprio paciente que, se deixar o fator de risco provocar um infarto, terá que parar de trabalhar pelo menos por um período, o que prejudica sua família inteira.

Para que as pessoas assimilem a necessidade de cuidar do coração, pensem em vida saudável mesmo na hora em que vem aquela vontade de acender um cigarro ou de comer um torresmo, a SBC vai colocar no material a ser distribuído o lema desse ano escolhido pela “World Heart Federation”: “Eu trabalho com o Coração”. 

domingo, 12 de setembro de 2010

Relações sexuais e seu coração



Não é fácil falar com o médico sobre atividade sexual, porém existe uma pergunta que surge no consultório:  Quando posso voltar a praticar sexo após um ataque cardíaco? 


(as informações abaixo são de caráter geral, em caso dúvidas ou para maiores esclarecimentos, o seu médico deve ser consultado)


O efeito da relação sexual no coração é semelhante ao efeito do exercício moderado (caminhar a passos rápidos em superfície plana). Em geral, os médicos pedem que seus pacientes evitem relações sexuais por 4-6 semanas após um ataque cardíaco, enquanto o coração esta cicatrizando. 
Toda a atividade física deve iniciar de maneira leve, logo após a alta do hospital, e aumentar gradualmente a sua intensidade para que o sistema cardiovascular se prepare para recomeçar a atividade sexual. 
Assim como o exercício, a atividade sexual após um ataque do coração é normalmente bastante segura além de fortalecer a ligação entre os parceiros.
Algumas pessoas tem complicações mais sérias, nestes casos o retorno da atividade sexual pode demorar um pouco mais, enquanto seus problemas de saúde estão sendo controlados.
É comum que os homens tenham algum grau de disfunção erétil após um ataque cardíaco. Tanto homens quanto mulheres podem ter uma diminuição do desejo sexual. Alguns desses problemas podem ser devido aos medicamentos mas frequentemente são causados por ansiedade, depressão ou medo de ter outro ataque cardíaco durante o sexo. Tais problemas costumam resolver-se por conta própria depois de 30-60 dias, até que se recupere a confiança em suas habilidades para funcionar normalmente em todos os outros aspectos da sua vida.
Caso os problemas sexuais continuem, não tenha vergonha, fale com seu médico. Quando tomados de maneira correta remédios para a disfunção erétil são muito eficazes. Estes medicamentos podem ser usados com segurança na maioria dos homens com doenças cardíacas. 
Enfim, a atividade sexual normal pode ser retomado dentro de algumas semanas de um ataque cardíaco porém existem importantes considerações individuais a serem feitas, portanto conversar com o seu médico pode ser o caminho mais seguro e rápido para uma vida sexual ativa.

Os fabricantes de dispositivos de fitness ou qualquer dispositivo com sensores relacionados com a saúde, geralmente são cuidadosos e r...