I M P O R T A N T E

As informações, sugestões e tratamentos citados neste blog e em seus links tem caráter apenas informativo, nunca substituindo a opinião ou conselho de seu médico.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Síncope; o que é e o que fazer








    O avanço da medicina moderna permite que o médico consiga descobrir o diagnóstico e orientar o tratamento de um número cada vez maior de doenças.
   Uma das mais freqüentes causas de atendimento em salas de emergência é o desmaio de causa não acidental, também chamado de síncope.
   Mais de uma centena de doenças pode levar ao surgimento de síncope mas, na grande maioria das vezes a causa é de origem cardíovascular. 
  Em situações normais, quando uma pessoa está de pé ou sentada, os músculos das pernas se contraem, fazendo com que o sangue que está nas veias seja impulsionado para dentro do coração. A resposta esperada do coração é que haja um discreto aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca para bombear esta quantidade maior de sangue que está circulando.
 Em algumas pessoas esta resposta pode ser alterada, tanto pelo surgimento de pressão baixa e/ou batimentos mais lentos (bradicardia). Este fenómeno provoca uma diminuição da quantidade de sangue que chega ao coração e daí ao cérebro.
   O sintoma inicial pode ser tonturas, sudorese, palpitação, náusea e caso o paciente não deite, pode perder a consciência (síncope).
   Geralmente, esta situação ocorre com frequência após a execução de exercício intenso, calor intenso, stress psíquico, ingesta excessiva de bebida alcoólica medo ou quando o doente se mantém na posição de pé durante muito tempo.
   Usualmente, no momento em que o paciente deita e que as pernas ficam no mesmo nível que a cabeça, o retorno da passagem de sangue pelo cérebro faz com que haja recuperação instantânea.
   Recomenda-se manter a pessoa deitada por alguns minutos para a recuperação e só após ela seja levantada e, caso
   O médico tem a sua disposição diversos exames para auxiliar no diagnóstico do motivo da síncope. O mais útil é o teste de inclinação, sobre o qual escreveremos mais.

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