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domingo, 22 de novembro de 2009

Até as múmias tinham doença no coração




Em um estudo apresentado no congresso da Associação Americana de Cardiologia e publicado na Revista da Associação Médica Americana, foi avaliada a presença de doença nas artérias de 22 múmias com aproximadamente 3 500 anos cada. Isto mesmo, mortas há 3 500 anos. 
Para colocar em perspectiva, melhor, a múmia com maior grau de calcificação nas artérias viveu aprox. 300 anos antes de Moisés, aquele dos dez mandamentos !!!
Das 22 avaliadas, mais da metada apresentaram ateroesclerose (algum grau de entupimento) das artérias do coração. 
Estes achados foi então correlacionados com os fatos conhecidos pelos egiptologistas do museu do Cairo sobre o estilo de vida da época e interessantes observações surgiram:
  1- As mumias dos falecidos com mais de 45 anos apresentavam maior grau de calcificação nas artérias.
  2- Não foram observadas diferenças entre os sexos.
  3- Os mumificados eram sacerdotes ou pessoas que viviam próximas aos reis e rainhas. É razoavel supor que todos tinham alimentação composta não só por grãos mas tambem por carnes.  A conservação da carne era feita apenas com sal.
  4- O fumo ainda não era cohecido.
  5- De acordo com o estilo de vida da época, todos eram fisicamente ativos.
Estes achados sugerem que fatores genéticos são muito importantes para o surgimento de entupimento das artérias Apesar de não ser um dado novo, este fato dá uma nova perspectiva na importância do controle dos fatores de risco e da medicina preventiva. O controle adequado dos fatores de risco permite que a progressão da doença não seje tão rápida ou ao menos tão severa, esperamos.

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