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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A história se repete: mais uma morte subita em atleta

O ex-meia do Grêmio e do Vila Nova de Goiás, Paulo Ramos. foi enterrado, nessa quarta-feira, em Goiânia. Ele tinha 24 anos e morreu em decorrência de uma parada cardiorrespiratória, na última terça-feira, quando jogava futebol com amigos em um sítio no interior do Estado. Ainda em campo, Paulo recebeu massagem cardíaca, sendo transportado ao  Hospital Monte Sinai, onde os médicos tentaram reanimá-lo, sem sucesso.
O ex-jogador tinha abandonado a carreira em março de 2008 em razão de uma arritmia cardíaca, aendo avaliado por diversos cardiologistas e todos indicaram a necessidade de suspensão da atividade física. A morte do meia Paulo Ramos não foi a primeira por problemas cardíacos no futebol.

Alguns casos já noticiados dentro dos gramados.

SERGINHO DO SÃO CAETANO
Em partida contra o São Paulo, em 2004, o zagueiro Serginho, do São Caetano, desmaiou no gramado do Morumbi após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Atendido ainda no estádio, o jogador foi levado ao hospital, mas acabou morrendo no mesmo dia.

FOE DA SELEÇO DE CAMARÕES
Na semifinal da Copa das Confederações, em 2003, o camaronês Marc-Vivien Foe sofreu uma parada cardíaca em campo na partida contra a Colômbia. Apesar da tragédia, Camarões voltou a campo dias depois para encarar a França, seleção campeã da competição.

PUERTA DO SEVILLA
Também vítima de parada cardíaca, Antonio Puerta desmaiou no gramado durante um jogo contra o Getafe pelo Campeonato Espanhol, em 2007. Ajudado por companheiros, Puerta ainda se levantou e foi conduzido ao vestiário, onde sofreu outras cinco paradas.

A caminho do hospital, Puerta sofreu novas paradas, e, depois de permanecer internado por três dias, morreu por falta de nutrientes e oxigênio no cérebro.

FEHER DO BENFICA
Jogador do Benfica, Feher disputava uma partida contra o Guimarães, em 2004, e após uma jogada mais dura se sentiu mal e desmaiou em campo. Socorrido pelos médicos do clube ainda no gramado, foi constatada a parada cardíaca, que o levou a morte no mesmo dia.

DANI JARQUE DO ESPANYOL
Jarque conversava com a esposa, por telefone, na concentração do Espanyol, quando desmaiou. Apesar de ter sido levado rapidamente para um hospital, os médicos não conseguiram reanimá-lo.

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