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sábado, 8 de agosto de 2009

Hospital mais proximo nem sempre é o melhor para o atendimento de parada cardiaca

O estudo feito pelo médico Daniel W. Spaite, da Universidade do Arizona, Tucson, e seus colegas, descobriram que o tempo que leva para uma ambulância transportar um paciente que sofreu uma parada cardíaca-respiratória (PCR) até um hospital não tem efeito significante para sobrevivência.
Foram analisados mais de 15,000 atateendimentos realizados pelo serviço de ambuâncias da cidade de Ontário no Canadá no periodo de 1991 a 2002. Em aproximadamente 15% dos pacientes atendidos por PCR , a reanimaçao foi efetiva porém menos de 5% sobreviveram o suficiente para trocar de hospital.
Alguns fatores aumentam a sobrevivência por PCR, principalmente a rápida identificação e a imediata realização de manobras de reanimação cardiopulmonar por uma pessoa próxima. A rapidez da chegada dos serviços médicos é importante para a continuidade dos esforços.[Reuters].

Mais importante que o atendimento hospitalar é ó imediato início das manobra de reanimação por quem assistir ao evento. A chance de reanimação diminui muito quando o ABC não inicia nos primeiros 3 minutos.
O reconhecimento da parada e as manobras básicas de ressucitação cardiorespiratória são fundamentais para garantir a sobrevivencia desta verdadeira calamidade publica que e a morte subita


http://www.reuters.com/article/healthNews/idUSTRE5736FD20090804

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