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Haja coração: futebol e seu coraçao

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Época de Copa do Mundo o coração do brasileiro sempre bate mais forte e um jogo da seleção sempre causa emoção mais intensa para os amantes do futebol. É preciso ter cautela. De acordo com pesquisas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (FMRP-USP), nas últimas quatro edições do mundial até 2014, o índice de ataques cardíacos entre pacientes maiores de 35 anos saltou de 4% a 8% em todo o País. Foram analisados dados dos Sistemas de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH-SUS), observando as hospitalizações e os óbitos no período de 1º de maio a 31 de agosto nos anos de Copa do Mundo. Foram comparados os dias sem Copa, dias de Copa sem jogos do Brasil e dias de jogos do Brasil. A conclusão foi que, apesar de os problemas cardiovasculares terem aumentado durante o campeonato, o de mortes não teve aumento significativo. Quem já tem alguma predisposição a ter problemas cardíacos deve ter precaução nessa época. A principal cautela deve ser com a alimentação e bebid…

Casado(a)? Sua chance de morrer por doença do coração pode ser menor!

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Pessoas com doença cardíaca casados apresentam menor risco de morte por doenças do coração assim como de outras doenças do que os não casados. Estes dados foram coletados após avaliação de 6 mil pacientes que fizeram cateterismo devido a doença nas artérias do coração (ateroesclerose). Interessante observar que o benefício do casamento também foi constatado quando comparados com viúvos, solteiros ou separados. Estes dados foram coletados a partir de questionários respondidos pelos próprios pacientes. Os autores comentam que possivelmente "o apoio social fornecido pelo casamento e talvez muitos outros benefícios da companhia, são importantes para pessoas com doenças cardíacas". Os pacientes não casados eram mais propensos a ser do sexo feminino e de cor negra além de fumantes ou terem hipertensão ou colesterol elevado. Os próprios autores apontam que estes resultados apresentam diversas limitações e devem ser confirmados com outros estudos e avaliações.
fonte
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Os fabricantes de dispositivos de fitness ou qualquer dispositivo com sensores relacionados com a saúde, geralmente são cuidadosos e relembram os clientes que os dados desses dispositivos não devem ser interpretados como informações médicas conclusivas ou substituir a opinião de um profissional. A Apple, no entanto, pode estar a ir numa direcção diferente e poderá anunciar o Apple Watch como uma potencial ajuda médica. Fontes próximas do assunto afirmam que a Apple está a trabalhar com a universidade de Stanford (USA) e uma empresa de telemedicina para determinar se o wearable é preciso e sensível o suficiente para detectar de forma confiável ritmos cardíacos anormais. A detecção de arritmia, principalmente fibrilação atrial é a principal função deste tipo de sensor. Se alguma vez for aprovado, colocaria a Apple um passo mais perto das suas ambições de conseguir uma posição na área da saúde.

Dia do portador de marcapassos

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Em comemoração ao Dia do Portador de Marcapasso, 23 de setembro, cardiologistas de todo o Brasil vão promover uma campanha orientada pelo para orientar a população como identificar sua frequência cardíaca sem a necessidade de nenhum equipamento especial. Desta forma, é possível detectar alterações nos batimentos cardíacos, que podem ser indicativos de arritmias cardíacas. Com o tema TOME UMA MEDIDA DE PULSO, médicos e profissionais da área de saúde vão orientar como medir a frequência cardíaca de forma bastante simples: pela medição dos batimentos no pulso. O número de batimentos cardíacos considerado normal, em adulto, está entre 60 e 100 por minuto, ou um batimento por segundo. Abaixo desse valor, quando ocorrem batimentos cardíacos lentos ou a pessoa apresenta sintomas como tonturas, escurecimento visual, desmaios, sente-se cansada e frequentemente ofegante, ela deve procurar um cardiologista para avaliação e eventual tratamento. Em casos mais severos o tratamento pode ser o implante…

Mal súbito ao volante - Revista Entre-Vias

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Mal súbito ao volante - Revista Entre-Vias: De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), aproximadamente 4% dos acidentes com mortes são causados por doenças do motorista, e problemas cardiológicos são considerados um dos principais motivos de mal súbito. Estudo realizado no Brasil pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) chegou à conclusão de que 23% dos acidentes automobilísticos têm relação com problemas de saúde, superando o número de mortes por tumores e por causas externas. Denise Hachul, arritmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), informa que as...

Tenho arritmias, posso voar?

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Em 2014, estimativas indicam que 3,3 bilhões de pessoas utilizaram transporte aéreo, com relatos de 1 morte súbita a bordo a cada  5,7 milhões de passageiros. Com o incremento do tráfego aéreo, bem como de idosos, não chega a surpreender o fato de que vêm aumentando as estatísticas de emergências médicas a bordo de aeronaves Neste contexto, com alguma frequência ouço a famosa pergunta,  "Doutor, posso voar?".   Existem cuidados básicos que todos aqueles que fazem tratamento médico devem seguir:  Ter em mãos relatório médico sucinto de sua condição, bem como informações de contato do médico assistente;  Manter sempre consigo, a medicação de uso diário, evitando atrasos no horário em caso de extravio de bagagem; Se você é portador de marcapasso ou desfibrilador leve sempre mais uma cópia de sua carteira de identificação, guardando em local diferente.Em caso de deslocamentos que impliquem em mudança importantes de fuso horário (mais de 3 hs), o médico deve ser consultado para ava…

Yoga melhora a qualidade de vida em pacientes com arritmias

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Pesquisa recentemente publicada sugere que yoga melhora a qualidade de vida em pacientes com arritmias cardíacas, especialmente em um dos tipos mais frequentes, a fibrilação atrial. A frequência cardíaca e pressão arterial também diminuiram nestes pacientes.  "Muitos pacientes com fibrilação atrial (FA) não podem viver suas vidas como eles gostariam - porque eles têm medo de um episódio de arritmias", conforme Maria Wahlström, enfermeira do Instituto Karolinska em Estocolmo, Suécia.  Frequentemente os portadores de fibrilação atrial procuram outros tratamentos, por isso é necessário avaliar o que efetivamente pode ser útil.  O estudo incluiu 80 pacientes com FA paroxística. Metade foi prescrito a pratica de yoga e outro grupo sem yoga. Ambos os grupos receberam o mesmo tratamento com medicação, e outros cuidados, conforme necessário.  Após 12 semanas, os dois grupos foram testados. e o grupo de yoga apresentou melhor saúde mental, menor frequência cardíaca, e pressão arterial  d…